{"id":1617,"date":"2020-02-04T13:22:33","date_gmt":"2020-02-04T13:22:33","guid":{"rendered":"http:\/\/practicalhealthpsychology.com\/?p=1617"},"modified":"2025-11-04T14:22:04","modified_gmt":"2025-11-04T14:22:04","slug":"are-your-clients-being-defensive-if-so-self-affirmation-may-help","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/2020\/02\/are-your-clients-being-defensive-if-so-self-affirmation-may-help\/","title":{"rendered":"Os seus clientes est\u00e3o com uma atitude defensiva? Ent\u00e3o, a auto-afirma\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ajudar."},"content":{"rendered":"<p><strong>Peter Harris e Ian Hadden, The Self-Affirmation Research Group, Faculdade de Psicologia, Universidade de Sussex, Reino Unido<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 alguma vez\u00a0se sentiu relutante por encarar algo que prefere ignorar? Talvez a sua predile\u00e7\u00e3o por comida pouco saud\u00e1vel, ou a sua tend\u00eancia para evitar fazer exames m\u00e9dicos? Voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 sozinho. A maioria de n\u00f3s tende a pensar que somos, em regra, muito sensatos e competentes. Assim, quando algu\u00e9m nos diz que algo que fazemos n\u00e3o \u00e9 totalmente sensato ou competente, isso pode ser bastante desafiador. Face a isso, podemos tornar-nos bastante habilidosos a resistir a mensagens que preferir\u00edamos n\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/abs\/10.1080\/17437199.2011.606782\">ouvir<\/a>.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Infelizmente, resistir a mensagens sobre riscos para a nossa sa\u00fade &#8211; como os efeitos do excesso de peso ou do tabaco ou de n\u00e3o aderir a um regime terap\u00eautico &#8211; pode ter consequ\u00eancias graves para a qualidade e <a href=\"https:\/\/annals.org\/aim\/fullarticle\/2615813\/relationship-between-weight-history-risk-death\">dura\u00e7\u00e3o da nossa vida<\/a>. Ent\u00e3o, enquanto profissionais de sa\u00fade, como poderemos ajudar os nossos clientes a aceitarem mensagens de sa\u00fade que eles prefeririam ignorar? Uma t\u00e9cnica que pode ajudar \u00e9 a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>A <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e9 uma a\u00e7\u00e3o que ajuda o indiv\u00edduo a refor\u00e7ar a ideia de que \u00e9 mesmo uma <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0065260108602294?via%3Dihub\">pessoa boa e competente<\/a>. Isto ir\u00e1 reduzir a sua necessidade de se proteger de uma mensagem de sa\u00fade que poder\u00e1 implicar que n\u00e3o \u00e9 competente em determinada circunst\u00e2ncia. Esta abordagem poder\u00e1 ajudar a pessoa a tratar a mensagem de forma mais objetiva e a concentrar-se na sua relev\u00e2ncia e nas suas implica\u00e7\u00f5es a n\u00edvel pessoal. Isso, por sua vez, pode incentiv\u00e1-la a considerar o conte\u00fado da mensagem. Poder\u00e1 descobrir mais sobre a teoria subjacente \u00e0 auto-afirma\u00e7\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.annualreviews.org\/doi\/10.1146\/annurev-psych-010213-115137\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p>Existem muitas formas de <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o<\/em>, incluindo relembrar a pessoa sobre as suas boas a\u00e7\u00f5es, talentos especiais, for\u00e7a de car\u00e1ter ou relacionamentos sociais importantes. Atualmente, a t\u00e9cnica mais investigada para induzir a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e9 a de <a href=\"https:\/\/journals.sagepub.com\/doi\/10.1177\/0146167205274694\">afirma\u00e7\u00e3o de valores<\/a>, na qual as pessoas respondem a perguntas ou escrevem sobre seus valores mais importantes, como ser generoso ou honesto.<\/p>\n<p>A evid\u00eancia de que a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>pode funcionar baseia-se em<a href=\"http:\/\/psycnet.apa.org\/doiLanding?doi=10.1037%2Fhea0000116\"> estudos experimentais.<\/a> Os participantes a quem foi solicitada a auto-afirma\u00e7\u00e3o (geralmente em apenas uma ocasi\u00e3o) tendem a acreditar mais nas mensagens de sa\u00fade e a estarem mais predispostos a mudar. A auto-afirma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m demonstrou resultar em mudan\u00e7as comportamentais <a href=\"https:\/\/psycnet.apa.org\/doiLanding?doi=10.1037%2Fhea0000065\">v\u00e1rios meses depois<\/a>. Foram encontrados benef\u00edcios da <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>para uma ampla variedade de comportamentos de sa\u00fade, incluindo o consumo de \u00e1lcool, tabagismo, rela\u00e7\u00f5es sexuais desprotegidas, consumo de merc\u00fario em peixes gordos, <em>doping <\/em>no desporto, consumo de frutas e vegetais, atividade f\u00edsica, uso do fio dent\u00e1rio e utiliza\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o solar. Alguns estudos descobriram que os efeitos podem at\u00e9 ser mais fortes entre aqueles que s\u00e3o mais dif\u00edceis de se envolverem no processo de mudan\u00e7a, como pessoas que <a href=\"https:\/\/journals.sagepub.com\/doi\/10.1177\/0146167205274694\">bebem <\/a>ou <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1093\/ntr\/ntw167\">fumam <\/a>mais ou que gostam de se <a href=\"http:\/\/psycnet.apa.org\/doiLanding?doi=10.1037%2Fa0029887\">bronzear<\/a>.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o sobre auto-afirma\u00e7\u00e3o tem-se focado principalmente na \u00e1rea da preven\u00e7\u00e3o, com amostras jovens e de n\u00e3o-pacientes, mas tamb\u00e9m j\u00e1 existem alguns estudos com grupos de pacientes. Por exemplo, pacientes de hemodi\u00e1lise, aos quais foi solicitado que se lembrassem de atos de bondade passados, apresentaram melhor <a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/abm\/article-abstract\/48\/2\/275\/4563953\">controlo do fosfato<\/a> e maior ades\u00e3o \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es sobre <a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/full\/10.1080\/08870446.2015.1073729\">ingest\u00e3o de l\u00edquidos<\/a> nos 12 meses seguintes, em compara\u00e7\u00e3o com aqueles que n\u00e3o fizeram o exerc\u00edcio de auto-afirma\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m como exemplo, pacientes hipertensos afro-americanos apresentaram melhor <a href=\"https:\/\/jamanetwork.com\/journals\/jamainternalmedicine\/article-abstract\/1108732\">ades\u00e3o \u00e0 medica\u00e7\u00e3o<\/a> ap\u00f3s receber uma interven\u00e7\u00e3o que incluiu uma componente de auto-afirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como \u00e9 que a auto-afirma\u00e7\u00e3o pode ser usada na pr\u00e1tica? Vamos considerar uma consulta em que se pretende veicular uma mensagem de sa\u00fade que pode desafiar o seu cliente, por exemplo, sobre os efeitos nocivos de fumar ou de n\u00e3o tomar a medica\u00e7\u00e3o conforme prescrito. Se tiver entre 5 a 15 minutos dispon\u00edveis, e a literacia n\u00e3o for um problema, poder\u00e1 experimentar realizar um exerc\u00edcio simples de afirma\u00e7\u00e3o de valores no in\u00edcio da consulta. Poder\u00e1 pedir ao seu cliente para escrever ou conversar a s\u00f3s sobre o seu valor mais importante e por que \u00e9 que este \u00e9 importante para ele, ou para completar algumas escalas desenvolvidas para o fazer lembrar dos seus valores. Depois disso, poder\u00e1 abordar a mensagem de sa\u00fade sobre os riscos de fumar ou da n\u00e3o ades\u00e3o.<\/p>\n<p>Se o tempo ou a literacia constitu\u00edrem barreiras, um breve <a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1023\/A:1021463221281\">question\u00e1rio sobre bondade<\/a> tem sido muito utilizado para induzir a auto-afirma\u00e7\u00e3o. Algumas outras t\u00e9cnicas breves t\u00eam tamb\u00e9m sido recentemente desenvolvidas. Estas incluem tentativas de reduzir a afirma\u00e7\u00e3o de valores para <a href=\"https:\/\/insights.ovid.com\/crossref?an=00005650-201907000-00007\">algumas frases-chave<\/a>, usar <a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/abs\/10.1080\/15298860802079786\">question\u00e1rios sobre os valores<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.tandfonline.com\/doi\/full\/10.1080\/10410236.2015.1113483\">integrar a afirma\u00e7\u00e3o<\/a> com a mensagem, ou ajudar as pessoas a formar a <u>inten\u00e7\u00e3o de auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/u>quando se sentem amea\u00e7adas. No entanto, estas t\u00e9cnicas t\u00eam sido usadas em apenas alguns estudos, e sabemos ainda pouco sobre o qu\u00e3o bem elas realmente funcionam.<\/p>\n<p>Poder\u00e1 encontrar algumas destas formas de induzir a auto-afirma\u00e7\u00e3o na <a href=\"https:\/\/www.sussex.ac.uk\/psychology\/sarg\/research\">p\u00e1gina <em>online <\/em>de recursos<\/a> do Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o sobre <em>Auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>(SARG) da Universidade de Sussex (estes recursos est\u00e3o escritos em ingl\u00eas). Estamos dispon\u00edveis para aconselh\u00e1-lo sobre essas e \u00a0outras t\u00e9cnicas de auto-afirma\u00e7\u00e3o que possa estar a considerar utilizar.<\/p>\n<p><strong>Pontos para a pr\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>1) Quando devo considerar o uso da <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o<\/em>?<\/p>\n<p>Considere usar a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>quando precisar de transmitir informa\u00e7\u00e3o importante sobre a sa\u00fade de um paciente, sobretudo quando considerar que ele possa estar inclinado a ignorar ou a rejeit\u00e1-la. Nesses casos, a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>pode aumentar a probabilidade de aceita\u00e7\u00e3o da mensagem e que se tomem as medidas apropriadas.<\/p>\n<p>2) Como posso usar melhor a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>na pr\u00e1tica?<\/p>\n<p>Poder\u00e1 ser melhor usar a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>ao trabalhar individualmente, ou em pequenos grupos, e tamb\u00e9m quando tem tempo \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o. Nestes casos, poder\u00e1 fazer preceder a transmiss\u00e3o de uma mensagem de sa\u00fade por um dos m\u00e9todos de afirma\u00e7\u00e3o de valores que t\u00eam sido utilizados e testados. Consulte os recursos dispon\u00edveis na <a href=\"https:\/\/www.sussex.ac.uk\/psychology\/sarg\/research\">p\u00e1gina <em>online<\/em><\/a> para exemplos de materiais (em Ingl\u00eas) que poder\u00e1 usar.<\/p>\n<p>Discuta com seu cliente se ele prefere fazer a afirma\u00e7\u00e3o em privado ou na sua presen\u00e7a. Tente incentiv\u00e1-lo a escolher fazer o exerc\u00edcio de auto-afirma\u00e7\u00e3o de forma proativa, em vez de exigir que ele o fa\u00e7a. Existe alguma evid\u00eancia de que a liberdade de escolha pode ser importante para que a interven\u00e7\u00e3o funcione.<\/p>\n<p>3) A que devo tomar especial aten\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Certifique-se de que a sua mensagem de sa\u00fade \u00e9 convincente. A <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>poder\u00e1 incentivar o seu cliente a ter uma mente mais aberta, o que significa uma maior probabilidade de aceita\u00e7\u00e3o de uma mensagem com argumentos fortes, mas tamb\u00e9m uma maior probabilidade de rejei\u00e7\u00e3o de uma mensagem com argumentos fracos.<\/p>\n<p>Use a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>com os clientes que voc\u00ea antecipa maior probabilidade de resist\u00eancia \u00e0 mensagem. H\u00e1 alguma evid\u00eancia de que a <em>auto-afirma\u00e7\u00e3o <\/em>pode n\u00e3o funcionar ou at\u00e9 ser contraproducente se as pessoas n\u00e3o estiverem \u00e0 priori com uma atitude defensiva.<\/p>\n<p>Em caso de d\u00favida, procure orienta\u00e7\u00e3o &#8211; estamos <a href=\"https:\/\/www.sussex.ac.uk\/psychology\/sarg\/\">aqui<\/a> para ajudar.<\/p>\n<p>Traduzido por Jorge Encantado e Cristina Godinho<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Peter Harris and Ian Hadden, The Self-Affirmation Research Group, School of Psychology, University of Sussex, UK Have you ever been reluctant to face up to something you\u2019d rather ignore? Maybe your fondness for something bad for you that you eat [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1634,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[28,27,24],"tags":[],"class_list":["post-1617","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-communication","category-motivation","category-self-regulation"],"translation":{"provider":"WPGlobus","version":"3.0.2","language":"pt","enabled_languages":["en","id","my","bg","zh","hr","cz","da","de","es","fr","gr","he","it","ja","kr","lv","lt","hu","nl","no","pl","pt","ro","ru","sk","fi","sv","tr","uk"],"languages":{"en":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"id":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"my":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"bg":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"zh":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"hr":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"cz":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"da":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"de":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"es":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"fr":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"gr":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"he":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"it":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"ja":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"kr":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"lv":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"lt":{"title":false,"content":false,"excerpt":false},"hu":{"title":false,"content":false,"excerpt":false},"nl":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"no":{"title":false,"content":false,"excerpt":false},"pl":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"pt":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"ro":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"ru":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"sk":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"fi":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"sv":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"tr":{"title":true,"content":true,"excerpt":false},"uk":{"title":true,"content":true,"excerpt":false}}},"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1617","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1617"}],"version-history":[{"count":28,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1617\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4598,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1617\/revisions\/4598"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1634"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1617"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/practicalhealthpsychology.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}